Código fonte do site: o que é, como funciona e análise

Código fonte do site: o que é, como funciona e análise

O código fonte é um conjunto de escritos utilizados para a criação de qualquer programa. Neste ínterim, pode-se codificar imagens, textos, cores e muitos outros aspectos que compõem a estrutura do mesmo. Ele também é responsável pela experiência de usuário UX. Isso ocorre porque o Google e outros mecanismos conseguem ler e contribuir para a boa – ou não – reputação de um domínio. 

Vale ressaltar que o código fonte é um dos principais utensílios utilizados para quem trabalha com a análise de SEO. Dessa forma, foi pensando nisso que a Visão Confiável preparou um guia com passo a passo completo de como realizar essa análise corretamente.  Portanto, neste artigo, você irá aprender a:

  • O que é código fonte
  • Relações com leituras de robôs e rankeamento
  • Características e intertextualidade como SEO
  • Principais códigos utilizados e o que são
  • Como realizar análise de código fonte

Como Visualizar o Código-Fonte

O primeiro passo é saber como visualizar o código fonte de seu domínio. Para isso, deve-se escolher a página que estará sujeita a análise. Deixe o link selecionado e clique nas teclas CTRL + U. Esse atalho serve para todos os navegadores, tais como o Chrome, Firefox, Opera ou internet Explorer.

Já para quem utiliza o Mac, o processo muda um pouco dependendo do navegador. Por exemplo, para o Safari, o atalho do teclado é Option+Command+U. Também é possível clicar com o botão direito do mouse sobre a tela e optar por “ver código fonte”. 

Após descobrir como visualizar em seu dispositivo, será importante saber como encontrar coisas nele. O processo pode parecer lento e demorado se você não saber como utilizar as teclas do teclado a seu favor. Não é necessário buscar código por código, lendo cada linha. Para deixar ainda mais rápido, invista nos atalhos CTRL + F. Ele possibilita que você digite uma palavra chave que irá te levar para todos os locais do texto em que se encontra a mesma. 

Agora, é o momento de descobrir como analisar e quais são os aspectos mais importantes que devem ser levados em consideração. Portanto, continue a leitura conosco para saber mais!

1. Title Tag

A Title Tag é um dos aspectos mais relevantes e triunfais do marketing digital. É ela quem torna possível a localização do artigo através de mecanismos de busca. É literalmente impossível encontrar um artigo na primeira ou segunda página sem ela. Caso seu artigo ou site não a possua, não irá aparecer nos mecanismos de busca. 

Ao fazer uma pesquisa básica no Google como “copywriting”, todos os artigos possuem uma, observe:

Código fonte do site: o que é e por que analisar

Ao clicar nos atalhos CTRL + F e digitar Title, consegue-se analisar quais são aqueles presentes em sua página. A quantidade de Tags como h2 e h3 ainda pode influenciar o resultado final. 

Código fonte do site: o que é e por que analisar
Terminações e começos de códigos, exemplos.

Como pode ver, está presente na seção de  <head>, a cabeça do seu site. A terminação de todos os códigos é dada pela barra /, que neste caso, determinada por </title>. 

Vale ressaltar que não são as únicas relevantes quando o assunto é otimização em SEO. É extremamente importante que o domínio possua palavras chaves relevantes para as pesquisas. Para isso, utilize plataformas e descubra quais são as variâncias e termos LCI mais utilizados pelos usuários. Por exemplo, um artigo que aborda sobre “sapatos bonitos” como palavra chave, pode utilizar outras palavras como “sapatos bonitos baratos”, “Sapatos bonitos escuros”.

É importante destacar a importância de nunca repetir o mesmo slug e o mesmo título. Imagine que possui dois artigos com o domínio “visaoconfiavel/copywriting”, ambos irão competir autoridade entre si, dificultando o rankeamento. 

Essa análise é realizada de forma mais simples quando o site é pequeno, possuindo poucas páginas. Contudo, quando se torna maior, é comum que ocorra a duplicação de termos e palavras chaves. Para tentar corrigir a situação, troque o LCI, slug, meta e título. 

Como exemplo, pode-se citar o site MEUPC.NET. Possuem inúmeros artigos que abordam sobre a temática do CyberPunk 2077. Contudo, os links são diferentes entre si!

2. Meta Descriptions

A meta description é um breve resumo abaixo do título. Nela, também é importante que conheça a palavra chave juntamente com um termo secundário. Tome bastante cuidado para que não copie a mesma para outras páginas do seu site. 

Para encontrá-la em seu código fonte, é importante que digite por “<meta name=”description”. A terminação é dada, muitas vezes, por “/”. Apesar de não afetar diretamente nos mecanismos de SEO, possui importância para atração, um diferencial para redatores.

Pense também em criar um resumo ou sinopse interessante. Muitas vezes, os usuários são influenciados por essas 15 palavras que, quando juntas, podem fazer toda a diferença. 

3. Headings

As tags de H1, H2, H3 (…) servem para destacar a ordem cronológica de um texto. Por exemplo, a H1 deve ser utilizada somente como título principal enquanto a H2 em maior volume. Opte pela H3 quando tiver um assunto DENTRO da H2, como se fosse um subtítulo do tema. Já o H4, quando for um subtítulo DENTRO da H3. Nada de usar um H2 e depois um H5!

Não esqueça de fazer com que os mecanismos leiam essas tags. Para dar ainda mais autoridade para o assunto, insira a sua palavra chave derivada. O código fonte utilizado neste caso é <H1> título </H1>. Muitas vezes, o mesmo é encontrado na </header>. Além disso, se usar da forma correta em seu texto ou página, provavelmente será encontrado apenas uma vez. 

4. Canonical

A canonical é uma marcação que indica a originalidade de uma página. Os mecanismos de busca fazem uma leitura do link para que ele seja utilizado nas pesquisas dos usuários. 

Em um domínio, é comum encontrar repetições de link. Estes, podem ser prejudiciais para o rankeamento do site. Dessa forma, essa tag auxilia para mostrar qual é a preferência e prioridade. Se você possui como endereço de página endereço-do-site /index.html e endereço-do-site /home.aspx que levam para o mesmo lugar, é o momento de começar a ficar atento e mudar isso. 

De forma comum, podem ser encontradas abaixo da meta descrita na cabeça do site. Use a canonical Tag original para cada artigo. Além disso, se o seu site cria muitas páginas duplicadas, também é importante que a mesma seja utilizada. Para que seja possível aplicar a mesma, utilize o código fonte: <link rel=“canonical” href=” endereço-do-site /institucional”/>. Observe abaixo um exemplo:

5. Nofollows

Os Nofollows são extremamente importantes de serem analisados antes de fazer – ou pagar – por um backlink. É como se a tag Nofollow dissesse ao Google: “estou citando esse domínio, mas não leve em consideração em sua leitura”. Dessa forma, quando o algoritmo ler, não tornará o link como relevante. Ou seja, mesmo pagando citações de outros sites, o seu nunca poderá rankear. 

Isso ocorre porque qualquer site que está no topo do Google já recebeu citações e linkamentos de outros domínios. Esse é um dos requisitos número um para passar autoridade.

Geralmente, na sua própria página de código fonte terá a opção de Nofollow (links que não são rankeados e lidos), como é o caso do painel de Admin. Já em artigos alheios, isso também pode ocorrer e o seu link não ser rankeado, como se fosse um painel de Admin, inexistente no Google.  

Para descobrir se a parceria de backlink está lhe trazendo resultados, uma alternativa é abrir o código fonte do artigo publicado e digitar “external nofollow”, se aparecer o link da sua página, é melhor pedir para que o administrador corrija isso.

Vale ressaltar que alguns domínios ainda fazem isso de propósito! Sempre que citam um site sem autoridade e relevância, acabam perdendo a própria autoridade. Portanto, “vendem espaços pagos” para sites sem tanta relevância mas utilizam esse tipo de tag. É uma forma de monetização disponível no momento. Para encontrar, utilize o CTRL + F juntamente com <img.

6. Tags Image Alt

São o erro fatal de muitos analistas de SEO. Os robôs de busca precisam da palavra chave incluída nas fotografias utilizadas para que apareçam na categoria de “imagens” do Google. Estas, de preferência, devem ser únicas e nunca utilizadas. Ao copiar uma já existente, a plataforma considera como conteúdo plagiado. Para isso, é extremamente importante contratar um banco de imagens ou criar uma do zero. 

Em suma, elas são ainda mais relevantes para lojas online. Sem as Tags com a palavra chave, elas simplesmente não irão aparecer nas buscas. Se a imagem for apenas para intuito de decoração, não há a necessidade de utilizá-la. 

7. Google Analytics

O Google Analytics é o principal responsável pela análise de métricas de conteúdo e rankeamento. Com ele, pode-se descobrir qual a taxa de rejeição e as características principais do público alvo. Para descobrir se está instalado corretamente, basta digitar “UA” no seu código fonte. Provavelmente, se estiver tudo correto, irá encontrar a opção: <meta http-equiv=”X-UA-Compatible” content=”IE=edge”>.

Também é extremamente relevante analisar quantas UA estão instaladas em cada página. Cada um dos artigos para a Web, por exemplo, devem possuir este código. Caso ele esteja sendo inserido mais de uma vez, pode pedir para que o desenvolvedor o remova. 

Caso ele não esteja em todas as páginas, poderá sofrer consequências indesejáveis como o monitoramento realizado de forma errônea, com os dados pela metade. Ao utilizar o xml-sitemaps.com você consegue descobrir todas as páginas que estão sendo monitoradas.

A plataforma ainda auxilia para que você consiga analisar a quantidade de conteúdo duplicado em seu domínio. O XML pode fornecer até 500 resultados de forma gratuita. Para obter mais informações, será necessário que contrate um plano exclusivo de análises. 

8. HTML, CSS e Java

Esses são os três pilares de toda a estrutura do seu site. Cada um deles possuem estruturas diferentes no código fonte tais como criação de planilhas, documentos e até mesmo as cores. O CSS é responsável pela parte visível e textos, parágrafos, negritos e paletas, foi criado porque o HTML era limitado nestes quesitos. 

O HTML define quais são as interpretações criadas pelo navegador e podem estar presentes até mesmo no slug. Já no caso do Java, já foi bastante popular no passado é é utilizado para carregamentos de arquivos mais pesados. Sabe quando abre uma página na Web e algumas partes carregam mais rápido que outras? Significa que essas partes são mais leves e são criadas com HTML. 

Um exemplo de HTML: 

<!DOCTYPE html>
<!–[if IE 9]> <html class=”no-js lt-ie10″ lang=”pt-BR”> <![endif]–>
<!–[if gt IE 9]><!–> <html class=”no-js” lang=”pt-BR”> <!–<![endif]–>
<head>

Exemplo de CSS: 

<link rel=’stylesheet’ id=’elementor-animations-css’  href=’https://visaoconfiavel.com/wp-content(…)’ type=’text/css’ media=’all’ />

Exemplo de Javascript:

<script type=’text/javascript’ src=’https://visaoconfiavel.com/wp-includes/(…)’ id=’jquery-core-js’></script>

9. Dofollow

Diferentemente do Nofollow, ele passa a referência do seu domínio para outro. Dessa forma, caso citar um site que não é relevante e tem conteúdo copiado, o seu rankeamento pode estar prejudicado. É exatamente por isso que grandes plataformas vendem espaços para sites pequenos e colocam o Nofollow, iniciantes podem acreditar que estão realizando backlink mas na verdade não estão. Na verdade, estão pagando para nada já que o Google não irá ler. Eles fazem isso como forma de monetização e não perdem autoridade. 

Eles servem como um voto: “estou citando esse endereço porque ele é confiável”. Em suma, a estrutura pode variar em dois estilos diferentes entre si:

<a href=”https://visaoconfiavel.com/” target=”_blank” rel= “dofollow”> Agência de marketing digital </a>

<a href=”https://visaoconfiavel.com/” target=”_blank” >  Agência de marketing digital </a>

10. Outras referências de código fonte

Ainda existem outras referências presentes no código fonte de um site e que fazem parte, quase que exclusivamente, da parte de design e programação. Nele, estão as imagens e outras características como negrito. A Visão confiável irá deixar abaixo os principais deles (existem milhares).

<a>Parágrafo</a>
<strong/>Negrito</strong>
<em>Itálico</em>
<li>Lista</li>
<blockquote> Citação </blockquote>
<del> Letra riscada </del>
<span style=”color: #993366;”>Colorido</span>
<img src=”link da imagem
<tr><td>tabela.</td></tr><tr><td>tabela.</td></tr>
<h1>título</h1>

Código Fonte e especialistas

E então, ainda tem mais alguma dúvida sobre o uso correto do código fonte e análise de SEO? Você pode entrar em contato conosco para tirar suas dúvidas e realizar serviços de análise. Para isso, basta acessar a categoria de contatos e nos enviar um formulário ou mensagem por Whatsapp!

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