A estratégia de marketing de conteúdo serve para a sua empresa atrair mais clientes e fidelizar ao tornar os serviços ou produtos mais relevantes perante o persona. Alguns conceitos devem ser colocados em prática para começar a investir.

O marketing de conteúdo está na essência do Inbound Marketing, nas estratégias em que o cliente vai até a empresa enquanto está na busca de soluções para determinado problema ou questão. Vale salientar, contudo, que as táticas não podem ser realizadas de qualquer jeito: é necessário criar uma estratégia de marketing de conteúdo.

A estratégia de marketing de conteúdo deve levar em conta palavras chaves secundárias, primárias, perguntas a serem respondidas e vários outros aspectos, inclusive em relação ao tamanho dos textos e quando devem ser publicados.

Para que isso seja possível, é necessário criar uma pesquisa de mercado para saber sobre o que o público concorrente está abordando, o que fazem e quais foram os cases de sucesso. Não se trata de copiar, mas de estudar, de entender como o seu público age e interage com esses conteúdos.

Neste artigo, separamos alguns pontos importantes para auxiliar quem ainda não sabe como criar uma estratégia de marketing de conteúdo que seja realmente eficaz. Além disso, também abordaremos sobre os motivos para que você comece a investir a partir de agora para a sua empresa ou site institucional.

Neste artigo, você verá:

  • O que é uma estratégia de conteúdo?
  • Como montar uma estratégia de marketing de conteúdo?
  • Para que é utilizada a estratégia de marketing de conteúdo?
  • Quais as etapas do Marketing de Conteúdo?

Como montar uma estratégia de marketing de conteúdo?

Abaixo, separamos uma série de dicas na prática para quem deseja começar a montar uma estratégia de marketing de conteúdo. Portanto, se quiser saber mais sobre, basta continuar a leitura aqui com a gente.

1. Separe seus concorrentes

O Semrush é uma das ferramentas que permitem que haja uma pesquisa de mercado sobre quais são os principais concorrentes. E, além disso, consegue-se saber quais são as palavras chaves que foram ranqueadas por eles para que consiga usar como base para criar a sua estratégia.

Ele é bastante completo e ainda auxilia o estrategista de conteúdo a ter uma base sobre a quantidade de tráfego que os times concorrentes possuem para também usar como base e medir o nível de acessos do seu site. Outro ponto positivo que é bastante interessante é a possibilidade de analisar a autoridade de domínio: quanto maior ela for, mais quantidades de acessos e referências o portal tem sobre o assunto que é abordado.

Ferramentas como o SEMRUSH e até mesmo o Google Trends, são essenciais para quem deseja criar uma estratégia de marketing de conteúdo que realmente seja eficaz.

Apenas criar textos sem ter uma base para isso, sem ter números que comprovam que a palavra chave é de relevância, é o mesmo que adivinhação. E, neste caso, as chances que a produção alcance um bom desempenho nestes caminhos são poucas.

Tudo deve ser bem monitorado, deve-se separar palavras chaves de fundo, meio e topo de funil com relevância para o seu persona. Dessa forma, conseguirá ter sucesso no topo deste trajeto, que seria a chamada de possíveis usuários, um público mais amplo, mesmo que ele não venha a comprar o seu produto.

2. Termos secundários – LSI

Os usuários não irão pesquisar apenas uma palavra chave específica ao ir em busca de uma resposta, uma dúvida. Neste caso, deve-se ter noção que as palavras secundárias são essenciais. Mas, como assim?

Supondo que o seu público tenha interesse em “marketing de conteúdo” (o mesmo que está sendo abordado neste artigo). Então, você pode escrever um conteúdo rico e completo com palavras chaves secundárias que vão além disso, sendo:

  • o que é marketing de conteúdo
  • como criar estratégia de marketing de conteúdo
  • SEO e marketing de conteúdo
  • dicas de marketing de conteúdo
  • guest post backlink
  • como começar a fazer marketing de conteúdo

Outra dica é separar uma lista de perguntas que podem estar até mesmo no título do seu artigo. E, se não estiver no título, podem estar no meio do texto. Criar uma aba deo perguntas e respostas faz com que o site tenha mais chances de aparecer. Geralmente, quando você vai pesquisar sobre o assunto que está pensando em escrever, já encontra quais são as perguntas mais feitas na primeira página do Google.

Ao pesquisar por marketing digital para empresas, consegue-se encontrar ao menos 4 perguntas de relevância que poderiam ser citadas dentro do artigo a ser criado pelo jornalista ou redator.

3. Criando uma tabela

Existem muitas coisas no marketing digital que acabam sendo bastante tabeladas. No entanto, isso não quer dizer que se trate de um ponto negativo: é apenas uma forma de organizar as ideias, de deixar a estratégia de marketing de conteúdo ainda mais compreensível para a equipe de marketing – principalmente de redação.

O recomendado, para facilitar a organização das ideias, é que você crie uma tabela no Excel com alguns pontos importantes: termos secundários (também chamados de LSI, como abordamos anteriormente), sugestões de títulos junto a perguntas que podem ser relevantes para a produção de conteúdo, título otimizado para SEO , sugestão para CTA (é muito importante) e até mesmo quais são os objetivos do texto ou qualquer outro material que pode ser criado.

Veja o exemplo de uma tabela de marketing de conteúdo que auxilia o redator sobre o que deve ser abordado no texto e até mesmo se existe alguma palavra chave secundária relevante. Ao observar, você nota que o analista de conteúdo já deve dar uma lista de sugestões de temas e perguntas a serem abordados.

4. Momento de criar o conteúdo

Por fim, mas não menos importante, é o momento de criar conteúdo. E não estamos falando somente de criar post para as SUAS redes sociais ou blog. Quem trabalha com SEO OFF PAGE sabe a importância de criar conteúdos para outros sites que abordem sobre a sua empresa.

Isso é positivo por dois motivos: passa a autoridade da sua marca para o persona que está pesquisando sobre o assunto e encontra uma série de marcas falando sobre a sua e, além disso, faz com que o seu domínio seja mais relevante perante o Google.

Apesar disso, não se esqueça do ON PAGE – que se trata de como o conteúdo está disposto dentro do seu site. Neste caso, algumas dicas para melhorar o post é:

E, caso esteja criando conteúdos para redes sociais, não se esqueça de tomar cuidado com o público alvo, cria textos que se encaixe na linguagem deles – o mesmo vale para as imagens. A qualidade dos sons, vídeos e fotos é essencial para a experiência do usuário.

Estratégia de marketing de conteúdo se trata apenas de post para blog? O que tem mais?

Muitas vezes, quando se começa a pensar em uma estratégia de marketing de conteúdo, fala-se principalmente de textos para blog. Inclusive, se você analisar, uma grande parte deste artigo também está inclusa. No entanto, nem sempre se trata somente disso. É comum que se encontre, dentro das equipes, profissionais que tenham formação voltada para o Social Media, por exemplo,

Como o nome da estratégia já diz, pode se tratar de qualquer tipo de conteúdo, é algo amplo. Deste modo, podemos dizer que criar vídeos para o Youtube, postagens para as redes sociais como Facebook Business e até mesmo oferecer alguma revista ou panfleto informativo pode ser considerado um conteúdo e, claro, é essencial que esteja dentro da sua estratégia.

Como são vários canais existentes, deve haver uma pesquisa de mercado para saber quais são os portais em que estão os seus clientes em potencial. Deste modo, saberá exatamente por onde começar a investir em atração.

Uma forma prática de saber onde está esse público é criando formulários e até mesmo tentando conversar com pessoas da área para saber mais sobre elas. É essencial saber onde e como buscar diretamente a fonte.

Abaixo, separamos uma síntese do que mais você pode aplicar na sua estratégia que trará bons resultados para as vendas ou atração de clientes – e até mesmo para quem está em processo de construção de marca.

E-mail marketing

E-mail está parecendo algo antigo? Bem, não para a maioria das empresas. Ele vem sendo uma forma de nutrir, apresentar soluções e até mesmo recomendar produtos. Neste caso, a forma como o e-mail deve ser criado deve variar de qual é a etapa na qual o persona se encontra.

Em alguns casos, você pode ter personas que estão no meio do funil, outros que estão no fundo e alguns que estão começando a conhecer a empresa (topo). Então, não faria sentido mandar o mesmo conteúdo para todas as etapas do funil.

Uma dica é ter alguma ferramenta em mãos que consiga fazer essa separação – mesmo que não seja tão eficaz – para conseguir ter uma base do que enviar para cada um dos públicos.

Alguém que está buscando uma solução para os problemas não quer receber na primeira semana a recomendação para comprar o seu produto: essa persona quer primeiro aprender, para somente depois buscar uma solução ou compra. 

O que não acontece com quem já está no fundo, visto que esse persona já aprendeu, já está em seu processo de decisão e pode estar apenas precisando de um empurrão para isso, ou seja, um gatilho.

E-books

Outro material que pode ser bastante rico para nutrir e gerar leads é a criação de e-book. São os livros digitais que geralmente são fornecidos de modo gratuito e são mais aprofundados, muitas vezes contam com termos mais técnicos porque o leitor já está mais engajado sobre o que está pesquisando – mas, vale salientar, que isso não se trata de uma regra. Na maioria dos casos, são oferecidos para meio de funil, mas pode-se encontrar muitos deles para o topo.

O e-books pode contar com textos, imagens, links, citações e até mesmo gráficos de pesquisas exclusivas. Tudo isso serve para deixar o material ainda mais rico e precioso para o leitor, fazendo com que o leitor se sinta mais preso ao que está conhecendo. E é então que novamente devemos analisar o perfil do persona.

A estrutura, tamanho da fonte, design e até mesmo a paleta de cores podem variar de acordo com o tipo de público que está lendo.

Vídeo

Outra forma de nutrir quem está dentro das etapas do seu funil de vendas é ao produzir vídeos: eles estão aparecendo cada vez mais e não somente no Youtube. Até mesmo o Google está dando preferência para artigos que tenham ao menos um vídeo linkado.

No momento de produzir o vídeo, deve-se levar em conta o tamanho que é desejado pelo usuário. Não adianta produzir conteúdos super ricos de uma hora que o seu internauta, aquele que pode se interessar pelo tema, prefere conteúdos mais breves e objetivos, na faixa de 5 minutos. O mesmo vale para o oposto.

Além disso, é essencial observar a qualidade da câmera e do áudio em si. Usar materiais de baixa qualidade faz com que o seu vídeo tenha poucos acessos e venha a receber críticas de usuários. Outro ponto é que a baixa qualidade do produto também reflete sobre a forma como o persona passa a ver a empresa e se a irá considerar, ou não, como uma autoridade sobre o assunto. 

O portal Diário Prime, do Vida de Casa, deixa isso ainda mais claro ao produzir os seus conteúdos. Veja o exemplo abaixo.

Os jornalistas do portal Vida de Casa, que pertence ao Diário Prime, são orientados a anexar ao menos um vídeo de relevância ao final do artigo para que tenha uma melhor indexação no Google.

Publicação para as redes sociais

Por fim, mas não menos importante, são as redes sociais. Somente o Facebook já conta com mais de 1 bilhão de usuários, ao menos um quarto deles, de acordo com a rede, compartilham ao menos um conteúdo por mês.

Outro motivo que faz com que o Facebook, Instagram, Linkedin ou qualquer outra rede seja usada é: acompanhar o mercado. Quando se está acompanhando o mercado, consegue-se saber exatamente quais são os pensamentos dos clientes e até mesmo o que eles pensam do seu produto.

Por exemplo, se tem uma página e começam a aparecer muitos comentários negativos, pode indicar que algo na empresa não vai bem, sendo necessário uma revisão mais sistemática para descobrir onde está a raiz do problema e como sanar.

É como se as redes sociais funcionassem como se fossem o próprio Reclame Aqui: os clientes podem mostrar o que vem causando a insatisfação para que a marca saiba como resolver.

E, além disso, nos dias atuais, ter um perfil pode dizer muito sobre a marca. Maria Linhares, uma internauta que utiliza o Facebook, argumenta em entrevista para a Visão Confiável:

“Sempre que vou procurar uma marca e não encontro nada sobre ela no Facebook, começo até mesmo a pensar que não é confiável. Hoje em dia, a gente baseia a segurança na quantidade de seguidores que uma empresa tem. Se uma tem 10 mil e a outra tem apenas 2 mil, a primeira é melhor. Eu faço isso, meus conhecidos fazem isso. E, como ficam as empresas sem perfil? Elas não existem ou acabam sendo esquecidas!”

O que oferecer em cada etapa do funil de vendas na sua estratégia de marketing de conteúdo?

A próxima pergunta é: o que é funil de vendas e o que isso tem a ver com a estratégia de marketing de conteúdo? Como já deu para você ter uma ideia até aqui, o persona passa por uma série de etapas antes de finalizar a compra. Ninguém compra um produto antes de saber qual é a dor que está passando.

Supondo que comece a ter fortes dores de cabeça. Então, vai ao Google para saber o que pode ser a causa disso. Esse momento é referente ao topo, porque você está indo em busca de uma solução sem necessariamente querer gastar dinheiro com um produto.

Depois de investir alguns minutos pesquisando, você descobre que o excesso de dor de cabeça se trata do estresse do trabalho. Agora, já está mais nutrido, pode-se dizer que está no meio do funil porque já sabe sobre causas de dores de cabeça e está informado sobre o assunto.

Após descobrir as causas e estar no meio, o persona ainda pode se perder neste funil. Como assim? Supondo que o persona decidiu comprar um medicamento para solucionar o caso. Ele compra um calmante natural. No entanto, a sua empresa trabalha vendendo apenas medicamentos para dor de cabeça que não são naturais.

Então, mesmo tendo nutrido o persona e ter dado os caminhos para ele, pode chegar na parte que está entre o meio e fundo mas o mesmo acabar se perdendo, comprar o produto do concorrente. Neste caso, você tentou o nutrir para que comprasse o remédio somente para a dor, mas o usuário preferiu optar por um que fosse calmante para diminuir o estresse, logo, a dor.

Mas, o que isso de dor de cabeça tem a ver com o fundo, meio e topo do funil? É sobre isso que iremos explicar nos próximos tópicos.

Topo do funil

O persona descobre que está passando por um problema ou tem alguma dúvida para que seja respondida. Neste caso, começa a pesquisar – principalmente no Google. É nesta parte que começa o marketing de atração, mas não somente nela porque o cliente pode estar nutrido (e já estar ciente do problema) para somente depois conhecer a sua empresa, no fundo de funil ao finalizar a compra.

No entanto, esse cliente que já está no fundo também teve que passar pelo topo, mas não passou com a sua marca: ele foi nutrido por outra empresa.

Como exemplo de perda de cliente no fundo ou meio de funil temos o exemplo da dor de cabeça em que o persona prefere um remédio natural para o estresse. Por se tratar de uma tentativa de tirar uma dúvida, de solucionar alguma questão, deve-se criar conteúdos que sejam de fácil compreensão, que tenham mais objetividade.

Neste caso, uma dica de conteúdo poderia ser “principais causas de dor de cabeça”. Você poderia produzir tanto para as redes sociais quanto para o blog da empresa.

Meio de funil

O próximo passo é conhecer o meio de funil, que é quando o cliente já se informou mas ainda está em processo de aprofundamento sobre o assunto e busca pelo produto. Então, é o momento de criar conteúdos mais ricos como é o caso dos ebooks e até mesmo e-mails.

Em nosso exemplo, o persona acabou descobrindo que o motivo da sua dor de cabeça é o estresse. Então, ele ainda teria uma série de caminhos para ir: optar por procurar uma farmácia para comprar um remédio para dor de cabeça, comprar um calmante, optar por remédios naturais e até mesmo contratar um terapeuta.

A sua decisão para o fundo de funil (compra) vai depender da forma como ele é educado e incentivado a agir perante a situação. Por isso, deve começar a mostrar a ele que tem a solução, que pode resolver o que o mesmo está passando.

Pode acontecer do leitor encontrar um artigo com recomendações de tratamentos para estresse e acabar indo para um caminho completamente diferente do que foi pensado inicialmente. Por exemplo: ele pode descobrir que caminhar é uma maneira de eliminar o excesso de estresse e irá comprar equipamentos de esportes para andar na rua.

Isso não quer dizer que tenha falhado na sua estratégia: é completamente comum que, quanto mais fundo seja o seu funil, mais personas se perca no processo devido ao elevado número de soluções em que foi treinado para resolver o problema.

Fundo de funil

Esse é o momento em que o cliente finaliza a compra – mas isso não quer dizer que as suas relações devem ser cortadas. Agora, para o fisgar, é importante tomar algumas iniciativas para que ele crie necessidade, que tenha gatilhos que possam auxiliar na tomada de decisão. É o momento de mostrar que o seu medicamento é melhor que aquele natural que foi vendido para o estresse do persona.

Para isso, você deve usar cases (histórias de pessoas que usaram o medicamento e que tiveram bons resultados), e-mail promocional com gatilhos de copywriting ou Storytelling, e até mesmo banco de dados de pesquisas sobre o porquê o persona deve usar o seu produto em vez de qualquer outro.

Lembra que abordamos que uma empresa pode perder o persona no final do funil e outra pode ganhar na mesma etapa?

O seu cliente em potencial pode estar decidindo comprar o seu produto, já está nutrido sobre como resolver os seus problemas, mas alguma coisa pode ocorrer em sua trajetória que fará com que prefira o concorrente. Ou então, pode encontrar algo no concorrente que faz com que prefira outro.

O que estamos querendo dizer? Que o fundo de funil não garante nenhuma compra. É necessário tomar todos os cuidados para converter o público e fazer com que ele realmente veja o seu produto como a melhor solução para o que procura. Não deixe de dar as devidas atenções para essa etapa: muitas empresas acabam se esquecendo dela ao observar somente o topo.

Quais são as etapas da estratégia de marketing de conteúdo?

A criação de uma estratégia de marketing de conteúdo deve passar por ao menos cinco etapas. Abaixo, especificamos um pouco mais sobre cada uma delas.

  1. Planejamento: quando se determina quais são os principais concorrentes, se separar palavras chaves que devem ser ranqueadas, termos secundários, perguntas a serem respondidas e outros aspectos.
  2. Elaboração de persona: saber quem é o seu público alvo é essencial para criar um conteúdo que cause engajamento para ele. Por exemplo, um site destinado para jovens do ensino médio não tem a mesma linguagem que um portal que aborda sobre contabilidade para pessoas na faixa de 40 anos que trabalham no setor de direito. Isso também tem a ver com a experiência de usuário e a escrita UX.
  3. Criação de conteúdo: aqui é onde a ocorre a junção da primeira com a segunda etapa. É a função do redator criar um conteúdo que siga o estilo e público da marca ao mesmo tempo que respeita todo o cronograma que foi criado pelo analista.
  4. Distribuição: o próximo passo é realizar a distribuição deste texto, imagem ou vídeo para algum meio. Neste caso, pode ser tanto para o blog de um site institucional quanto para as redes sociais como o Youtube, Instagram, Facebook ou qualquer outra.
  5. Métricas e resultados: aqui, você consegue saber se a sua estratégia realmente foi eficaz e usar dados para saber onde errou ou onde pode melhorar.

Por que investir em estratégia de marketing de conteúdo para a empresa?

A estratégia de marketing de conteúdo conta com algumas vantagens primordiais para as empresas. E, diferente do que se imagina, são muito mais baratas e em conta ao aplicar dinheiro em tráfego pago. Isso porque os resultados acabam aparecendo a longo prazo.

Para começar, basta ter apenas um domínio – e existem planos de hospedagem a partir de R$ 10 por mês -, um site e também o conteúdo propriamente dito. Neste caso, o conteúdo deve ser programado e investigado. E, caso não tenha domínios nas boas práticas de SEO, também existe a alternativa de contratar um jornalista ou redator para que essa tarefa fique por conta do profissional.

Muitos profissionais desta área costumam cobrar por palavra – então, o valor que terá que pagar pode variar de acordo com o tamanho do texto que for solicitado. Muitos também trabalham com a criação de estratégia de conteúdo otimizado e podem te auxiliar em todo esse processo.

Sua empresa é protagonista na estratégia de marketing de conteúdo

Um dos motivos para começar agora mesmo a investir em estratégia de marketing de conteúdo é que sua empresa começa a ser vista como protagonista no mercado. Ou seja, a sua marca mostra que realmente sabe o que faz ao abordar sobre o assunto.

Por que melhor que uma agência de marketing que trabalha com SEO estar no topo do Google? O que é melhor para uma empresa que vende medicamentos mostrar que sabe sobre doenças e problemas de saúde, que conta com especialistas para isso? Ou então, melhor que um advogado sobre direitos e deveres dos trabalhadores oferecer seus serviços através de textos que falem sobre o que seus clientes querem saber?

Mostrar que sabe fazer, que é referência, é algo cada vez mais importante nos dias atuais e, no meio de tanta concorrência, acaba sendo um diferencial para o persona, que está em busca de alguma solução para o seu problema. 

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