O Google PageSpeed Insights conta uma funcionalidade muito útil dentro da análise de carregamento de um site. Afinal, ele atua justamente como um medidor, verificando quanto tempo uma página web demora para carregar suas informações para o visitante.

Esse tempo está diretamente associado com as conversões que o site poderá alcançar, já que os usuários podem dar meia volta em frente à demora. Por isso, o PageSpeed Insights ajuda a analisar essas métricas e também a melhorar o desempenho, indicando os erros detectados.

Então, se você quer saber mais sobre essa ferramenta do Google, como utilizá-la e como conseguir uma pontuação adequada, confira o que a Visão Confiável preparou para você!

O que é o Google PageSpeed Insights?

O Google PageSpeed Insights é uma ferramenta do Google que serve para medir qual é a velocidade de carregamento de uma página web, ou seja, de um site. Essa velocidade é indispensável na hora de atingir resultados plausíveis em conversões e acessos por parte dos visitantes.

A ferramenta é totalmente gratuita, e possui um modo de uso muito simples, o que permite uma compreensão facilitada. Além disso, o PageSpeed Insights consegue medir os resultados tanto para desktops quanto para dispositivos mobiles.

A análise feita gera resultados consistentes, baseado no que o Google considera o melhor dentro do quesito velocidade. E o melhor de tudo é que fora a demonstração do desempenho em si, a ferramenta aponta ainda quais são os itens que necessitam de melhoria.

Assim, é possível seguir as indicações e resolver os possíveis problemas de carregamento demonstrados. Isso ajudará, e muito, na hora de conseguir uma experiência inicial significativa por parte dos visitantes.

Google PageSpeed Insights – Google – Pixabay

Qual é a importância da velocidade de carregamento do site?

Com a entrada cada vez mais acentuada das empresas na internet, a concorrência existente é algo que deve modular as estratégias de negócios. Afinal, a necessidade de entregar algo eficiente diz respeito também à existência de outros concorrentes de peso, que atuam na mesma área.

Assim, um usuário não exitará em dar meia volta e buscar outra empresa, outro conteúdo, etc; quando encontrar a primeira barreira. E a velocidade de carregamento do site é justamente esse primeiro contato, que fará toda a diferença na entrada e conversão dos visitantes.

Ao tentar o acesso, é preciso que a página web carregue de forma rápida, oferecendo o conteúdo sem oferecer essas barreiras. Para se ter uma ideia, um estudo publicado pela Portent mostrou que um site que leva apenas 1 segundo para carregar possui uma taxa de conversão cerca de 3 vezes maior em relação a outro que leva 5 segundos. Por isso, é indispensável que se ofereça esse diferencial, fazendo com que os visitantes se tornem em conversões com mais eficiência.

Outro ponto importante é que o Google também utiliza esse quesito na hora de fazer o ranqueamento dos sites durante as pesquisas. Ele está diretamente associado a responsividade nos dispositivos mobiles, e o buscador considera essa taxa na hora de ordenar os resultados para os usuários.

Como utilizar o Google PageSpeed Insights?

Como já mencionado, um dos grandes diferenciais do Google PageSpeed Insights é justamente a sua facilidade de utilização. Isso porque trata-se de um processo muito simples, que leva apenas poucos segundos para se realizar. São apenas 3 passos básicos:

  • 1º passo – acessar a página do PageSpeed Insights;
  • 2º passo – inserir a URL do site que se deseja pesquisar;
  • 3º passo – clicar em “analisar” para dar início ao processo.

A ferramenta possui um design bem simples, com poucas informações na tela, o que ajuda a manter mais objetividade na pesquisa. Por isso, o ícone de busca fica bastante visível assim que se entra na plataforma.

O processo de análise leva apenas poucos segundos, e o Google já consegue apresentar os resultados da velocidade de carregamento. A nota é medida com uma pontuação máxima de 100, que indica um índice perfeito para carregar o site indicado.

Contudo, isso não significa que seja preciso atingir essa pontuação, já que alguns pontos a menos já mostram que a página web está plenamente satisfatória. O mais importante é fazer uma boa junção de todos os aspectos do site.

Google PageSpeed Insights – Internet – Pixabay

Por que não é preciso atingir a pontuação máxima no Google PageSpeed Insights?

O Google PageSpeed Insights leva em consideração diversos fatores, como a qualidade das imagens, a presença de itens desnecessários, etc. Isso significa que ao se utilizar um design muito bem desenvolvido, ele poderá levar um pouquinho mais de tempo para ser carregado.

Fora isso, pode ser preciso adicionar algum item fundamental para a conversão dos visitantes, o que também pode precisar de mais tempo para carregar. Por isso, ao fazer a análise, e a pontuação não fechar os 100 pontos, isso não significa que seja preciso abrir mão de pontos importantes da página.

Quanto ao design, obviamente que vale a pena adequar um pouco mais, não deixar o site sem uma identidade visual. Como mencionado, o que mais importante realmente é pensar em todos os detalhes da página como um todo, e buscar uma solução que encaixe tudo adequadamente.

Assim, uma nota que fique acima de 90 pontos já é perfeitamente aceitável, e não acarretará em uma demora acentuada para os usuários. Com essa pontuação, o site já carregará adequadamente e o visitante conseguirá ter uma ótima experiência tanto nesse passo inicial quanto após entrar na página e conferir o conteúdo.

Apresentação dos resultados do Google PageSpeed Insights

Após inserir a URL e fazer a análise, o PageSpeed Insights irá fornecer os dados de acordo com duas categorias diferentes: “entender a experiência dos usuários” e “diagnosticar problemas de desempenho”.

Os primeiros dados, obviamente, dizem respeito aos resultados da análise em si, com o que a ferramenta conseguiu detectar ao observar o site. Assim, ele mostra as informações das métricas principais da web, e diz ainda se o site está aprovado ou não.

Dentre os índices de velocidade, estão o de Maior Renderização de Conteúdo (LCP); Atraso da Primeira Entrada (FID); Mudança Cumulativa de Layout (CLS); dentre outros.

Fora isso, a ferramenta mostra também os pontos que se precisa melhorar, ajudando o site a se adequar às métricas utilizadas pelo Google para medir essa velocidade. Dessa forma, é possível fazer as adequações e aumentar esses índices até o nível regular, que como mencionado, fica entre os 90 e os 10 pontos.

Google PageSpeed Insights – Pixabay

Como melhorar o desempenho no Google PageSpeed Insights?

Felizmente, como já foi possível perceber, a melhora das métricas acontece de forma facilitada. Isso porque a própria ferramenta já mostra quais foram os erros encontrados durante a análise.

Tudo o que é preciso é fazer as devidas adequações e uma nova análise posteriormente, buscando observar quais dos pontos já foram devidamente adequados.

De todo modo, o Google PageSpeed Insights possui um modus operandi padrão, o que permite entender quais são os principais pontos que ele observa durante sua análise. Vejamos então quais são os principais passos para conseguir uma boa pontuação de velocidade de carregamento do site!

Eliminar os recursos que impedem a renderização (Render-Blocking)

A eliminação dos render-blocking está associada ao CSS e ao JavaScript que acabam impedindo que a página carregue de forma rápida e eficiente. Isso porque o browser do usuário deve primeiramente fazer o processamento desses scripts, e só então conseguirá exibir toda a página.

É preciso fazer um alinhamento desses ficheiros com o próprio HTML, seja através de uma incorporação ou por um adiamento da execução. Assim, será possível adequar esse ponto com o que o Google considera ideal.

Definir um tamanho adequado para as imagens

Sem dúvidas as imagens são um dos itens que mais atrapalham na hora de conseguir alcançar um carregamento rápido das páginas web. Por isso, elas também fazem parte da lista de recomendações do Google PageSpeed Insights.

Mesmo assim, elas são indispensáveis dentro do design do site, e contribuem consideravelmente para a criação de uma identidade própria. A dica, nesse caso, é buscar uma adequação do seu uso, através da escolha de imagens devidamente dimensionadas.

Isso porque o CSS trabalha também com esse dimensionamento, fazendo com que a imagem apareça da forma correta. No entanto, para executar essa ação, o script leva um tempo que vale a pena economizar.

Tudo o que é preciso é usar um item já com o tamanho ideal, poupando a execução do CSS. Segundo a própria ferramenta, o indicado é evitar também as imagens Full Size, que atrapalham nesse processo.

A opção por itens responsivos também é uma escolha interessante, já que elas possuem a capacidade de se adequar ao dispositivo de acesso. Afinal, esse é um ponto fundamental para o desempenho e conversões de qualquer site atualmente.

Adiar as imagens fora da tela

Tão importante quanto o uso de imagens eficientes é saber utilizá-las de um modo adequado. Nesse caso, optar pelo adiamento das imagens fora da tela é algo que faz a diferença no final das contas.

Em termos práticos, isso significa simplesmente que a página carregará esses ícones de forma mais preguiçosa, priorizando apenas aqueles que estão na tela principal.

Como resultado, apenas enquanto o usuário vai descendo a página é que os outros elementos vão realmente aparecendo completamente. Isso ajuda, e muito, a maximizar o tempo de espera inicial do visitante, já que o principal aparece de uma forma rápida, enquanto o restante surge conforme a necessidade.

Disponibilizar imagens com formatos de última geração

Ainda sobre as imagens, fora o tamanho e a forma como elas se apresentam, é importante observar também o seu formato. Isso porque com a evolução da tecnologia, é necessário que os itens acompanhem esse processo.

Usar uma imagem com um formato mais antigo também pode atrapalhar o desempenho medido pelo Google PageSpeed Insights. Portanto, a escolha por opções de última geração melhora bastante essas métricas.

Seguindo a recomendação da própria ferramenta, formatos como a AVIF e a WebP são muito mais eficientes, facilitando a compreensão do browser. Normalmente, os sites costumam utilizar a JPEG ou a PNG, mas ambas não oferecem o mesmo desempenho.

Um modo interessante de se adequar a esse ponto é através do uso de um plug-in de conversão. Ele irá transformar de forma automática os formatos não apropriados em algo ideal.

Reduzir o CSS

Na hora de construir os sites, é comum a utilização de arquivos CSS maiores, a fim de facilitar a compreensão humana. No entanto, isso não é necessariamente algo tão benéfico, já que atrapalha na hora de carregar a página web, devido ao uso desnecessário de dados.

Diferentemente dos humanos, os computadores possuem uma capacidade muito maior de entender os códigos, mesmo com poucas informações contidas. Por isso, a dica do PageSpeed Insights é realmente diminuir esses arquivos.

Essa minimização contribui diretamente para que a interpretação dos dados aconteça de forma rápida. Consequentemente, o carregamento da página também é bastante aprimorado, com uma redução de tempo significativa.

Google PageSpeed Insights
Google PageSpeed Insights – CSS – Pixabay

Eliminar o CSS não utilizado

Além da utilização de arquivos menores, é fundamental que o site conte apenas com CSS que realmente sejam utilizados. Afinal, embora não tenha relevância dentro do site em si, apenas por estar presente na folha de estilo, isso significa que ele também deve ser carregado.

Assim, contar com esse tipo de dado não faz o menor sentido, sendo preciso fazer a remoção desses elementos para aprimorar o carregamento da página. Uma forma eficiente de verificar quais são os CSS que não possuem utilidade, basta usar o Chrome DevTools. Essa também é uma ferramenta do Google, que fará toda a cobertura do código, mostrando quais dos itens que realmente possuem relevância.

Minimizar o trabalho da linha principal 

Todo site possui a sua linha principal de exibição, que é justamente a parte de transformação do código em algo mais visual. A interação dos visitantes acontece apenas depois que essa linha é devidamente carregada.

Por isso, melhorar a velocidade para abrir a página web está diretamente relacionada com o desempenho dessa linha. Já que ambos estão ligados de forma indissociável.

Nesse contexto, a minimização e remoção do CSS não utilizado, além da própria implementação do chamado cache, são opções importantes para melhorar esse processo. Além disso, é possível também optar pela divisão deste código.

Em termos práticos é similar ao que acontece com o adiamento das imagens fora da tela, fazendo com que o código se divida em pacotes, que abrem apenas quando há a necessidade. Essa divisão torna a interpretação muito mais eficiente, e a página se torna interativa em muito menos tempo.

Google PageSpeed Insights – HTML – Pixabay

Disponibilizar os recursos estáticos e uma política de cache adequada

O cache serve para que o navegador possa memorizar, ou melhor, guardar uma cópia da página do site. Isso acontece na primeira vez que o usuário visita uma página web, fazendo com que os seus próximos acessos aconteçam de forma muito mais rápida.

Afinal, uma boa parte dos dados essenciais já está memorizada, não sendo preciso fazer uma interpretação profunda dos códigos. No entanto, os navegadores não mantêm essas informações por muito tempo, pois estão sempre limpando o cache, a fim de proporcionar a presença de cópias com dados mais atualizados.

Por isso, a melhoria desse processo acontece simplesmente estendendo esse período de limpeza, fazendo com que o site demore mais para sair dos caches. Normalmente, uma saída interessante é através do uso de plugins, que cumprem muito bem esse propósito.

Usar formatos de vídeo nos conteúdos animados

Além das imagens, muitas páginas web utilizam também conteúdos animados para fazer suas apresentações. Nesse caso, um formato muito comum são as GIFs, bastante utilizadas para esse fim.

No entanto, ao contrário do que se possa imaginar, elas possuem um processamento mais demorado, dificultando a abertura da página. O ideal, nesse caso, é optar pelo formato de vídeo realmente, que acaba sendo bem mais leve, gerando um economia de bytes.

Os mais indicados são o MPEG4/WebM, perfeitos para as animações em si, e o PNG/WebP, que se adequam muito bem às imagens estáticas. A utilização desses padrões atende também a necessidade de usar algo mais moderno, com fácil interpretação.

Como consequência, o site levará muito menos tempo para carregar, já que esses elementos, que naturalmente são mais pesados, não irão interferir de uma forma significativa em toda a leitura de dados.

Conclusão sobre o Google PageSpeed Insights

Como foi possível observar, o Google PageSpeed Insights realmente consegue oferecer uma visão ampla sobre o carregamento do site. E isso ajuda diretamente para que os visitantes efetivem seu acesso e façam as interações necessárias.

Uma página web lenta faz com que os usuários percam o interesse em entrar na plataforma, e procurem outras opções disponíveis. E com o nível de concorrência que a grande maioria das empresas enfrentam, isso não é algo interessante.

Felizmente, além do diagnóstico, a ferramenta ajuda a melhorar todo o processo, já que indica quais são os pontos que necessitam de ajustes. Por isso, basta adequar as falhas para conseguir um destaque mais efetivo nesse tempo de carregamento.

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