De modo bastante simplificado, o marketing estratégico se trata de uma série de atitudes que podem ser adotadas por determinada empresa para que se consiga resultados a curto e longo espaço de tempo.

Dentro do marketing estratégico, pode-se aplicar a estratégia de marketing de conteúdo, como a postagem em redes sociais como o Instagram e Linkedin ou até mesmo o desenvolvimento de um blog para a empresa.

No blog, pode-se postar um pouco mais sobre dicas sobre como resolver um problema que vem sendo enfrentado pelo cliente e até mesmo conteúdos mais nutritivos e complexos, destinados para o fundo de funil de vendas.

O processo de preparo de uma criação de marketing estratégico não é um dos mais fáceis devido ao fato de se analisarem vários aspectos diferentes, como o tipo de persona na qual está tentando se comunicar – e, neste caso, apenas uma empresa pode contar com personas diversas e até mesmo mais de 10 deles.

A etapa do funil de vendas na qual esse persona está localizado também faz toda a diferença sobre o que se vai fazer, quais estratégias se deve tomar e outros aspectos relacionados.

Vale salientar que o marketing estratégico não precisa estar apenas dentro do Inbound, que se trata de uma série de técnicas que são práticas atualmente por agentes da publicidade, como também pelo Outbound, que não tenha tantas relações com o marketing digital.

Neste artigo, a Visão Confiável pretende te ensinar brevemente sobre como deve ser feito na prática, como criar uma estratégia que realmente seja eficaz e mais alguns pontos que podem ser úteis para a sua empresa durante o preparo deste processo – inclusive em relação à colocação do projeto em prática.

Neste artigo, você verá sobre:

  • O que é marketing estratégico?
  • Qual a principal função do marketing estratégico?
  • Quais as etapas do marketing estratégico?
  • Como fazer um marketing estratégico?

Quais as etapas do marketing Estratégico?

Existem algumas etapas que devem ser seguidas no momento em criar uma estratégia de marketing. No entanto, a primeira delas se trata da criação de um persona. Ou seja, um breve resumo – mas nem tão resumido assim, de quem é o seu cliente, o que ele faz, quais são os valores que está disposto a pagar pelo seu produto.

Neste caso, se basear apenas em achismos não é uma alternativa: o uso de dados e até mesmo o fato de conversar com pessoas da área faz com que a sua empresa tenha mais informações concretas para elaborar um plano do que deve ser feito e quais são as etapas dele.

Muitas vezes, apenas se basear em dados que são encontrados pelo IBGE e outras fontes de pesquisa pode não ser o suficiente para que se tenha uma visão realmente crítica de quem é o cliente, quais são as suas dores. Por isso, ir direito na fonte pode ser uma alternativa para encontrar informações concretas e que acabam passando despercebidas pela empresa.

Em síntese, a sua empresa deve ter em mente ao menos três perguntas e aspectos que devem ser analisados antes de qualquer coisa.

  1. Segmentação: Para qual tipo de público e qual é a relação da empresa com eles no mercado em que deve atuar?
  2. Posicionamento: como a empresa pretende ingressar para o mercado em que está atuando? O marketing de conteúdo está fazendo parte de suas estratégias?
  3. Cronograma: Quando pretende começar a colocar as estratégias em prática e atingir os primeiros objetivos da marca?

Pesquisa de mercado e compreensão do persona

No marketing estratégico, o primeiro ponto é não se basear apenas em achismos e ter provas que comprovem tudo o que está sendo elaborado pela sua empresa, seja ela uma alternativa que mantenha a relação de B2B ou B2C – existem outras formas de manter um relacionamento com o cliente, mas essas duas são as opções mais comuns.

Nesta pesquisa de mercado, deve-se ter uma visão aprofundada sobre quais são os desejos do cliente e até mesmo a trajetória que ele passou para chegar onde está. Sua história será um ponto chave para a criação de uma estratégia porque poderá usar isso para criar gatilhos mentais de copywriting.

Contar histórias que criem relação com o cliente faz com que se use os princípios do storytelling e o mesmo consiga associar melhor os elementos de sua empresa. O benchmarking pode ser uma alternativa já para esse passo inicial. Quando se pesquisa sobre o mercado, não deve-se saber apenas em relação ao tipo de público como também ao tipo de concorrente. Quais são as empresas que estão acima e quais delas correm o risco de perder espaço?

Neste contexto, também se consegue fazer uma análise crítica sobre o que é feito por algumas marcas e que pode dar certo para a sua – claro, sem que haja nenhum tipo de cópia de estratégia. Pode-se apenas usar como base para começar a desenvolver ideias ainda mais otimizadas sobre o que já foi criado.

Uma dica para criar uma pesquisa de mercado é deixar tudo isso registrado. Deve-se registrar em um documento em DOCS ou PDF que fique acessível para que qualquer colaborador da empresa que está sendo responsável pela criação de estratégias de marketing digital tenha em mãos sempre que for necessário.

Análise SWOT

A Análise SWOT deve ser feita sempre depois que já houve uma pesquisa de concorrentes. Deste modo, a sua empresa poderá determinar uma lista de pontos em que a sua empresa acaba saindo na frente das outras.

Por exemplo, supondo que trabalhe com consultoria de banco de dados. Então, ao fazer a Análise SWOT descobriu que as outras empresas não prestam atendimento durante a madrugada – mas a sua faz isso.

Isso acaba sendo um dos pontos que pode usar em seu marketing estratégico como forma de atrair mais clientes. Em suma, pode-se usar argumentos como: o que a sua empresa irá fazer quando o banco de dados cair e tiver problemas com os cadastros dos clientes? E, o que vai fazer durante a madrugada quando ninguém está disposto a atender?

Então, ao responder a essas perguntas, deve-se mostrar que realmente é capaz de prestar o serviço que é benéfico para a empresa que está em busca de um DBA – ainda mais aquelas que realmente se preocupa com o uso de dados dos clientes e, deste modo, não querem deixar o banco correndo riscos de segurança.

Mix de marketing

O seu marketing estratégico deve contar com o mix de marketing. Ou seja, os 4Ps que acabam sendo bastante conhecidos pelos estudantes de publicidade e propaganda mas não somente por eles. Abaixo, a Visão Confiável aborda um pouco mais sobre o que se trata cada um e como realizar a determinação.

  • preço — neste caso, deve-se realizar a determinação de um preço que esteja de acordo com o que pode ser pago pelo cliente em potencial. Em suma, a determinação de um valor pode variar de acordo com o tipo de serviço, região e até mesmo a qualidade. Uma agência de marketing para grandes empresas, como a Coca Cola, cobram preços muito mais elevados que uma agência destinada para MEI, que pode faturar anualmente um valor mais limitado.
  • praça — deve-se pensar sobre como deve ser a divulgação do seu produto. A divulgação deve ocorrer por redes sociais? Site institucional, landing page ou loja virtual? Outro meio? Qual? O meio que for escolhido deve levar em consideração sempre a experiência de usuário, escaneabilidade e jornada do herói.
  • produto — aqui, deve-se pensar um pouco mais sobre a embalagem do produto, como ele deve ser oferecido pela sua empresa e também sobre como deve ser vendido. Ele é um produto digital ou físico? Como fazer uma oferta que cause necessidade ao mesmo tempo em que se consegue solucionar um problema?
  • promoção — deve-se entender quais são os canais de venda da marca. Se optar pelo digital, é essencial que você tenha um site responsivo para o meio mobile para que, assim sendo, consiga garantir que o usuário conseguirá finalizar a compra sem nenhum transtorno.

Como criar um plano de marketing estratégico? Dicas!

Você sabia que o marketing estratégico pode contar com uma série de estratégias diferentes? Sim! Eles não precisam estar sempre seguindo o mesmo padrão e isso varia também do tipo de produto que é oferecido pela sua empresa.

Por exemplo, marcas que vendem para outras empresas de grande porte costumam se preocupar com usuários que costumam ficar no Google e no Linkedin. Já as marcas que estão vendendo para o público mais jovem, também têm a tendência em apostar em redes sociais como o Instagram e o Facebook.

Algumas marcas preferem criar uma estratégia de marketing estratégico tendo em vista as campanhas pagas. Ou seja, aquelas que são formadas pelo ADS, seja pelo Google ou Facebook. Já outras, preferem investir em conteúdo evergreen que tenha mais duração e possa sempre estar atraindo novos clientes, mesmo após anos da publicação.

1. Textos para blog

Os textos para blog são uma forma de atrair – o que nem sempre foi praticado pelos sites institucionais. Ter apenas um site institucional é ter um cartão de visitas: não educa, o cliente tem acesso apenas ao seu número de telefone, serviços prestados e endereço.

Mas, ao postar conteúdo, consegue-se atrair usuários e internautas através dos artigos. E, deste modo, o seu portal para apenas de ser um cartão de visitas e passa a ser uma fonte de nutrição e referência para os leitores.

Imagine, por exemplo, que tenha apenas uma agência de marketing digital. Neste caso, ao ter um cartão de visitas online seria uma forma de acesso mais voltada apenas para quem já é cliente ou conhece fisicamente (ou por campanha do ADS) e que deseja conhecer.

Mas, se postar conteúdos que realmente sejam úteis, essas pessoas que sofrem com determinado problema poderão pesquisar por uma solução, irão encontrar o artigo de tutorial ou qualquer outro evergreen e, assim sendo, será possível se educar ao mesmo tempo que tem um contato com a marca.

Investir em redação para blog é essencial para atrair e converter. Mas, não somente isso: um bom conteúdo que foi publicado anos atrás, pode continuar convertendo caso esteja nas primeiras páginas do Google. A longo prazo, esse marketing estratégico diminui os gastos da sua marca e traz mais retornos.

Um bom texto de redação para blog deve ser otimizado com as estratégias de SEO – mas isso apenas não basta porque o rankeamento não se trata apenas da redação como também do tempo de carregamento, tipos de imagens utilizadas, tipo de página e outros fatores que podem estar além apenas do alcance do redator ou jornalista.

2. Redes sociais

De acordo com a obra Marketing de Conteúdo, a Moeda de Troca do Século XXI, é recomendado que a sua empresa esteja na faixa de 3 redes sociais ou menos. Não adianta, por exemplo, estar em todas elas se os seus clientes estão apenas em algumas.

Para saber quais são elas, é essencial criar uma pesquisa de mercado e, além disso, interrogar pessoas que também fazem parte do seu ciclo de persona.

As mais comuns atualmente vem sendo o Facebook e Instagram, visto que ambas já ultrapassaram a marca de mais de 1 bilhão de usuários cada e estão cada vez mais visuais.

Produzir conteúdos em vídeo e até mesmo em podcast também vem sendo uma forma bastante acessível de quem é usuário mobile – que pode consumir esse tipo de material de literalmente qualquer lugar. As pessoas costumam aproveitar o tempo que gastam no ônibus e até mesmo no carro dirigindo para escutar áudios que tenham alguma contribuição para a formação acadêmica ou pessoal.

Existem algumas dicas para quem está pensando em começar a criar conteúdo para as redes sociais. Uma delas, por exemplo, se trata de criar consistência nas publicações. É mais que essencial que o público tenha uma noção de quando a sua empresa irá publicar novos conteúdos, quais são os horários e as novidades que estão por vir.

3. Email marketing

Durante muito tempo, o e-mail marketing foi usado com o objetivo das empresas em converterem os seus clientes ao fazer divulgação de promoções relâmpagos, por exemplo. Mas, hoje em dia a situação acaba sendo muito mais complexa que isso e existem alguns pontos que devem ser analisados.

Existe a alternativa de enviar conteúdos de acordo com a etapa de funil na qual o usuário se encontra. E, deste modo, fazer a nutrição deste lead até que ele se encontre no momento ideal de fazer a sua compra.

O e-mail marketing pode contar com uma série de informações diversas. E nós podemos te provar isso: pode-se enviar infográficos (que são processados de forma mais automatizada pela mente humana que um conteúdo em texto), chamada para baixar algum ebook, alguma notícia que tenha a ver com o setor que possa ser de interesse do cliente e até mesmo uma promoção exclusiva que a marca está realizando.

4. Vídeos

Você sabia que os conteúdos em vídeo devem dominar a internet nos próximos anos e podem superar até mesmo a produção de textos escritos como o blog post?

Muitas empresas já estão investindo neste tipo de marketing estratégico porque ele geralmente tem a tendência de ser evergreen e sempre trazer novos visitantes que tenham o interesse em resolver alguma dor. Os vídeos podem contar com entrevistas, análises, reviews e até mesmo uma dica que pode auxiliar a pessoa a resolver alguma dúvida.

Assim como o artigo para o blog também deve ser otimizado em SEO, vale salientar que o que for publicado no Youtube ou até mesmo em outra plataforma também deve estar impulsionado com algumas técnicas:

  • Use palavras chaves que possam causar gatilhos e identificação com o usuário. No título, se deve ver que o conteúdo realmente será capaz de responder alguma dúvida que tenha sobre determinado assunto. Por exemplo: “como lavar box do banheiro com gordura?”, “dicas de produtos de limpeza para usar na sua casa!” Podem ser alternativas a serem usadas por empresas que vendem produtos destinados à faxina.
  • Qualidade de som e imagem deve ser primordial. Existem tantas pessoas competindo por um espaço na internet que estão dispostas a oferecer um conteúdo que realmente seja único para o seu usuário. Tem certeza mesmo que as pessoas que estão assistindo irão preferir o seu vídeo que não conta com boa qualidade de imagem e som? Eles com certeza irão procurar por uma alternativa que, além de mostrar uma solução, tenha qualidade técnica.

5. Landing page

A landing page é essencial para quem está em busca de conversão. A sua página deve propor algo a ser feito, uma ação básica e simplificada. E, dentro dela, deve-se inserir uma quantidade de textos pequena e objetiva que auxilie o usuário a entender o que está sendo ofertado e quais são os tipos de informação que deve dar em troca.

Em suma, quanto maior for a qualidade do conteúdo que está sendo fornecido, mais informações a sua empresa pode pedir em troca para fornecer esse conteúdo para o usuário. Geralmente, elas são criadas com o objetivo de vender algum produto específico ou oferecer algum material, seja ele mais aprofundado ou não.

Existem algumas técnicas que devem ser praticadas em seu marketing estratégico para promover uma melhor interação do usuário com a página:

  1. Tempo de carregamento mais rápido, podendo-se usar o Pagespeed para se manter atualizado sobre possíveis melhorias.
  2. Menor quantidade de texto, use o seu poder de síntese para mostrar, no primeiro rolar da página, o que está sendo ofertado e quais são as informações que precisa para fornecer o conteúdo ou serviço.
  3. Formulário de e-mail, o formulário de e-mail serve para arrecadar informações sobre o usuário para entender em que fase de funil ele está e o tipo de conteúdo pelo qual ele mais se interessa.
  4. Retire o menu, quanto menos links de saída estiverem na sua landing page, maiores são as chances do usuário tomar a ação que precisa que faça em vez de sair da página.
  5. Use imagens que realmente tenham relação com o produto, usar imagens desconexas apenas para enfeitar a página não acrescentam para o leitor e pode prejudicar a experiência do usuário.
  6. Cases de sucesso podem ser alternativas para quem deseja vender, mostre para o seu cliente que outros clientes passaram pelo mesmo problema e tiveram a solução com a sua marca. Uma coisa é a empresa dizer que é a melhor, outra diferente são outras pessoas e marcas falarem isso.

6. Ebook

O ebook é destinado para o meio e fundo de funil – na maioria das vezes, mas isso não se trata de uma regra. Em suma, eles devem contar com informações que sejam mais aprofundadas para que seja possível nutrir o usuário que já tem uma quantidade expressiva de informações sobre o assunto. Ou seja, tem termos que são mais técnicos.

Para criar um bom conteúdo, deve-se sempre prezar não somente pelo o que está escrito como também pelas imagens utilizadas – sempre dando os devidos créditos se forem de bancos de imagens – e usando infográficos – o cérebro processa melhor a informação com as imagens e cores. Usar o storytelling também pode ser uma forma de garantir que o que está tentando passar seja melhor compreendido.

Qual é a diferença entre marketing Estratégico e operacional?

Depois de tudo o que leu, você saberia dizer quais são as diferenças de marketing estratégico e operacional para as marcas? A primeira alternativa se trata de todas as estratégias que são tomadas pela marca para que haja a divulgação de determinados produtos/serviços.

Em suma, ele está no pensar e criar algo que seja feito para acompanhar o persona durante toda a sua trajetória de buscas de informação, nutrição, decisão e tomada de iniciativa.

Já em relação ao Marketing Operacional, pode-se dizer que está diretamente no ato de se aplicar as estratégias que foram criadas até então. Por exemplo, faz parte do Marketing Operacional o processo de criação de conteúdo para a WEB e de sistematização de resultados através de relatórios.

A importância de uma boa escrita e tom de voz da marca no seu marketing estratégico

Ter uma boa escrita faz um enorme diferencial na forma como a empresa é vista. Muitas vezes, os leitores não reparam no tom de voz de determinada marca, mas ela deve existir e pode fazer a diferença na identificação do usuário.

Uma escrita sem erros gramaticais e que seja coerente é essencial para tentar mostrar para o leitor o que está se tentando passar – para que, deste modo, não existam erros em relação ao tipo de comunicação.

Com o marketing de conteúdo em momento de pura ascensão, não basta apenas saber como escrever um bom texto como também vêm sendo necessário saber como mostrar uma boa comunicação. O usuário precisa entender, é crucial que ele saiba o que está sendo abordado.

Neste processo, também vale a pena voltar a citar um pouco mais sobre as etapas do funil. O usuário precisa, desde o topo do funil, ser educado para que, deste modo, tenha o poder de tomar a decisão final de seu problema por si mesmo. Tudo isso sem que uma empresa tenha que o dizer o que fazer.

O problema está já no topo, quando o usuário não consegue ser educado porque a linguagem da empresa não está se adequando à sua realidade. E isso pode acontecer devido a uma série de aspectos, inclusive em relação a erros durante o momento de elaborar quem é o persona e o tipo de produto que está oferecendo para ele.

Revisar o conteúdo, seja ele um áudio, vídeo ou texto e entender se ele está realmente acessível para o lead é essencial antes mesmo que ele vá ao ar e seja divulgado. Essa é uma forma de manter o usuário dentro do seu funil – sem que ele seja atraído, durante esse processo de diminuição do funil, por outra marca que tenha propostas mais inovadoras e uma linguagem mais acessível.

Concluindo: o que é marketing estratégico e como colocar em prática?

Neste artigo, abordamos um pouco mais sobre o que é marketing estratégico e como aplicar ele para que a sua empresa consiga realmente ter retornos nos conteúdos e estratégias que são ofertadas.

Em suma, existem várias formas de praticar, tanto pelo Inbound, que vem sendo a maioria das alternativas de uma enorme gama de empresas que estão migrando para o digital ou até mesmo o Outbound que se trata de formas mais tradicionais de comunicação com o cliente.

Pode-se divulgar o seu produto ou serviço de várias formas diferentes, seja usando e-books, email marketing, blog e até mesmo uma landing page otimizada e sintetizada com informações que devem ser trocadas.

Também abordamos um pouco sobre o que seria o marketing operacional, que nada mais é do que colocar as estratégias em prática através da produção de conteúdo e também da medição dos resultados que foram obtidos com as estratégias que foram criadas.

Não esqueça de vir conhecer um pouco mais sobre os serviços da Visão Confiável: trabalhamos com marketing estratégico de conteúdo, seja ele para sites institucionais, lojas virtuais, redes sociais e outros portais. Nosso forte são as empresas de pequeno e médio porte que estão pensando em se destacar no meio digital.

E então, tem mais alguma dica ou dúvida sobre marketing estratégico que não foi citada neste artigo? Comente aqui com a gente! 

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