Hoje em dia existem muitos bancos de dados não relacionais como Amazon DynamoDB e MongoDB.

Apesar de não ser uma terminologia muito comentada entre pessoas que não trabalham na área de tecnologia, o banco de dados é indispensável para o funcionamento de grande parte das coisas na internet.

Eles atuam como uma forma de repor de forma sistemática dados.

E basicamente, esses dados têm a funcionalidade de contribuir para a identificação de uma pessoa ou de algo.

Isso porque os dados que ficam contidos em um banco são remetidos a indivíduos e objetos cadastrados em um sistema.

Se for possível resumir suas funcionalidades em poucas palavras seria segurança organização e padronização.

Os primeiros sistemas de bancos de dados surgiram por volta da década de 80.

E esses carregam consigo a semelhança de estarem baseados nos padrões SQL assim como os bancos atuais.

O primeiro que surgiu foi lançado pela empresa Oracle, segundo veio com a IBM.

Mas hoje em dia existem grandes variações de banco de dados tanto relacionais quanto não relacionais.

E com a evolução dos softwares de banco de dados, muitos foram ganhando aumento em dados de armazenamento.

Por isso, os primeiros são um marco importantíssimo para a tecnologia moderna de dados.

Aqueles que possuem experiência dentro da programação podem apresentar algumas dúvidas no assunto, ainda que já tenham conhecimento na área.

Afinal de contas, tecnologia é algo que demanda do indivíduo disponibilidade para aprimorar seus conhecimentos técnicos.

Por isso, para que os leitores conheçam mais sobre o assunto e entendam o que é Mongo DB e suas opções alternativas, aqui está um artigo breve e objetivo.

O que é MongoDB

Esse banco de dados é um dos principais bancos NoSQL e apresenta grande eficácia na execução de tarefas com flexibilidade.

Além disso, seu ótimo desempenho em fornecer consultas de forma ágil é um de seus diferenciais para os demais.

Diferente dos bancos de dados relacionais, o MongoDB se orienta com base em documentos.

Portanto, esse não é um banco de dados que trabalha com linhas e colunas que possuem registros contidos.

Sua eficácia é tão grande que atualmente existem vários tipos de organização usando o MongoDB.

E isso se deve por sua agilidade em mudar esquemas na mesma proporção que aplicações são mudam.

Além disso, sua capacidade de entregar funcionalidades com a mesma qualidade de banco de dados tradicionais faz com que seja visto com bons olhos.

Algo que muitos especialistas comentam sobre o MongoDB é o fato de que esse é capaz de ser útil tanto para um servidor simples quanto para arquiteturas mais sofisticadas.

E ele tem características específicas que o tornam um dos melhores bancos de dados para se incorporar.

Elas são a sintaxe para consultas, a indexação, sua escalabilidade horizontal e possibilidade de fazer consultas com JavaScript.

Com certeza, MongoDB é um banco de dados referência dentro do universo da programação.

Não à toa é tido como a melhor opção para substituir bancos de dados relacionais tradicionais.

E para que os leitores compreendam melhor sobre o assunto, mais adiante há uma explicação de como funciona.

Além disso, mais abaixo será possível conferir de forma clara as diferenças entre um banco relacional e um não relacional.

Essa é a representação de um banco não relacional.

Por que usar o MongoDB?

Antes de mais nada, é importante lembrar que existem muitos outros bancos de dados noSQL com qualidades tão boas quanto as do MongoDB.

Por isso, posteriormente será comentada uma alternativa para substituir o MongoDB, caso os leitores tenham interesse.

Sem mais delongas, o primeiro motivo para usar o MongoDB está no fato de que esse é ideal para diversos tipos de arquitetura, desde as mais simplórias até as mais complexas.

Ou seja, o MongoDB pode ser tão útil para sistemas de pequenos comércios quanto para grandes empresas que retém dados de grandes números de clientes.

E isso faz com que esse banco de dados seja muito versátil no que diz respeito à aplicabilidade.

Outro aspecto importante sobre MongoDB é que essa é uma ferramenta de baixíssimo custo.

Afinal de contas, por ser uma alternativa de banco de dados open source, não é preciso pagar por nenhuma licença.

Além disso, o MongoDB é o complemento ideal para JavaScript. E a integração entre esses é de extrema importância para uma maior fluidez nos processos de programação.

O fato de não seguir nenhum tipo de esquema faz com que esse seja um banco de dados que faz com que o Mongo seja muito flexível.

Além disso, ele apresenta grande adaptabilidade para quando os volumes de acesso se tornam maiores do que o comum.

E para projetos com Big Data, são poucos os bancos de dados mais recomendáveis do que esse.

É claro que existem alguns aspectos negativos em fazer o uso do MongoDB como banco de dados.

Mas, esses só serão comentados de forma breve ao introduzir a alternativa para esse banco de dados.

Existem dois tipos de banco de dados: relacionais e não relacionais.

Qual a diferença de um banco de dados relacional com um não relacional

Aqueles que lidam com banco de dados possivelmente não irão precisar ler essa parte do texto, uma vez que essa dúvida é algo que deve estar bem claro em suas mentes.

Entretanto, para aqueles que não possuem nenhuma experiência dentro da área, essa seção pode ser crucial.

Antes de mais nada, vale lembrar aqui que o blog da Visão Confiável conta com uma grande variedade de textos sobre tecnologia.

Enfim, agora que os leitores conhecem um pouco mais sobre banco de dados e já sabem que existem dois tipos, os relacionais e os não relacionais, definir cada um deles é importante.

Os bancos de dados, independente do tipo a que se refere, são amplamente usados em vários tipos de negócios.

E com o aprimoramento dos primeiros modelos que surgiram, começaram a aparecer as segmentações dos bancos.

Após o modelo tradicional, o primeiro tipo de banco de dados que apareceu no mercado foram os modelos relacionais.

Esse tipo de banco de dados se baseia em tabelas, ou seja, são os famosos banco de dados SQL.

No fim, isso significa que esse tipo de banco de dados é exposto em forma de tabelas.

E para aqueles que desconhecem a terminologia técnica, isso pode não ser tão trivial assim. 

Enfim, retomando, a alternativa para esse tipo de banco de dados seriam os bancos de dados não relacionais.

Diferente do primeiro, esses não se organizam em tabelas . Na verdade, esses são organizados em chaves.

E dois bons exemplos de banco de dados relacionais e não relacionais, de forma respectiva, são MySQL e MongoDB.

Esse é um exemplo de banco relacional.

PostgreSQL

O PostgresSQL é uma das melhores alternativas para substituir as funcionalidades do MongoDB.

Esse gerenciador de banco de dados SQL é recomendável para aqueles que trabalham com manuseio de informações.

Considerados por muitos muitos uma ferramenta fácil de manusear o PostgreSQL é essencial para vários tipos de ações envolvendo gerenciamento de banco de dados.

Aplicativos e sites geralmente demandam um alto volume de consultas no banco de dados.

E nesse sentido, o PostgreSQL é muito positivo para um funcionamento mais eficaz dessa interação entre aplicações e bancos.

Ultimamente, vem sendo um dos bancos de dados mais usados em diversas aplicações.

E muito disso se deve a suas configurações que o tornam um banco de dados relacional extremamente versátil para realização de qualquer tarefa sem empecilhos.

Sites e aplicativos que possuem grande taxa de uso devem contar com sistemas que lidam com altas cargas de trabalho.

Nesse tipo de situação que PostgreSQL se mostra muito proveitoso.

Sua tarefa, basicamente, se resume em fazer o gerenciamento do banco de dados de forma que seus usuários tenham acesso a informações de forma prática.

PostgreSQL possui uma vantagem sobre MongoDB, uma vez que trabalha de forma relacional e não relacional.

E em uma situação em que o MongoDB não pode ser utilizado essa é uma boa opção.

Existem algumas outras opções disponíveis no mercado, mas poucas com as qualidades que ambos oferecem para seus usuários.

Seu uso pode ser otimizado pelo usuário quando este relaciona ao gerenciador de banco de dados algumas de suas extensões.

Enfim, com esses detalhes é possível dizer que PostgreSQL é uma boa alternativa de modelo versátil de gerenciador de banco de dados.

O que é Json

Essa sigla para notação de objeto JavaScript, JSON, é um derivado do JavaScript que é capaz de transmitir dados em diversos tipos de linguagem.

Muito usado por serviços em Web, JSON pode ser lido por pessoas sem a necessidade de que haja qualquer tipo de codificação.

Esse é um tipo de arquivo com pequenas proporções, mas que consegue suportar objetos contidos em si.

Facebook e Twitter são alguns exemplos de grandes empresas que fazem uso do JSON com recorrência.

E isso pode ser explicado pelo fato de que esse modelo é muito útil na interação entre modelos Java ou PHP com Python ou C#.

Isso porque esse modelo se caracteriza por sua universalidade, a qual possibilita a interpretação de códigos sem a necessidade de tradução.

Em sua linguagem, basicamente, se usa chaves, colchetes, dois pontos e vírgulas.

Diferente de objetos JavaScript, este possui algumas especificidades que o tornam singular.

Isso se deve ao seu tipo específico de dados que, no caso, são strings; numéricos; booleanos; e nulos.

Em suma, o JSON é útil justamente por sua universalidade como linguagem.

A possibilidade de poder usá-lo em diferentes tipos de aplicações é o que o torna tão especial.

Ao compará-lo com XML ou os demais,  esse talvez seja o mais versátil entre os tipos de linguagem de programação.

Mas, além do Json existe o JsonB, que possui algumas diferenças quanto a sua linguagem.

Para que os leitores entendam melhor sobre isso, mais abaixo há uma seção sobre JsonB e suas diferenças ao Json.

JsonB

JsonB nada mais é do que um tipo de dado onde é possível armazenar um dado e tornar efetiva sua validação de acordo com seu formato.

Basicamente, ele é uma forma do banco de dados gravar o JSON. Portanto, esse é como o JSON em si.

Falando de uma forma mais simplistas, o jsonb seria como outro tipo de json.

Juntamente ao JSON ele é muito leve de ser transportado pela rede, assim como é suportado pela maioria das linguagens de programação atuais.

Mas, há uma diferença entre json e jsonb, ainda que sejam tão semelhantes: enquanto um armazena em binárias, o outro armazena como texto.

Ele não deixa espaços lacunosos e nem permite que haja chaves duplicadas em um mesmo dado.

Ou seja, esse se faz superior em velocidade sobre o json pelo fato de que não precisa passar por uma conversão.

Um processamento feito usando json pode levar a uma demora de entrega substancialmente maior do que quando se faz o uso de jsonb.

Mas, para situações onde tudo que é preciso fazer é lidar com armazenamento e pouco manuseio de dados, o json é o ideal.

Caso seja preciso realizar operações onde é preciso armazenar e operar uma informação, o mais recomendado a se usar é jsonb.

Segundo uma matéria feita pela PostgreSQL, basicamente, jsonb é útil, na opinião do escritor, em todos os tipos de ações que se faz programando.

O que acontece com o jsonb no PostgreSQL é a forma como PostgreSQL grava essa informação, que é semelhante a json.

Enfim, em linhas gerais, é isso que difere o jsonb do json: sua forma de operar e como isso influencia diretamente no tempo de processamento.

Além disso, há algumas diferenças no que tange

Como trabalhar com JSOn no Javascript

Até mesmo aquele que possui menos conhecimento em programação irá concordar, pela lógica, que a forma mais fácil de manusear o JSON é por meio do JavaScript.

Afinal de contas, JSON provém de JavaScript, tanto é que a linguagem está contida até mesmo em seu nome.

Mas, para que os leitores aprendam o básico para poder lidar com Json no Javascript, aqui está um tutorial simples.

E a primeira explicação de como trabalhar o JSON no JavaScript será sobre como fazer a conversão de texto para JSON.

É comum que se receba um JSON em formato de String, que leva à necessidade de conversão de um para o outro.

E para trabalhar esse tipo de situação simples, basta que se use JSON.parse ().

É preciso adicionar a string, ou texto, entre os parênteses e pronto. O processo está pronto.

Já para realizar esse mesmo processo, mas dessa vez de forma contrária, é preciso que se realize o passo que vem a seguir.

Basta que se use JSON.stringify deixando o objeto entre os parênteses.

Como foi possível ver no texto, os dados JSON possuem uma grande característica: sua natureza dinâmica.

Mas, para aqueles que não conseguiram entender o que isso significa dentro dos jargões técnicos, basicamente, isso implica que são estruturalmente modificáveis.

Ou seja, são transmutáveis. Portanto, é possível fazer acréscimos ou alterações nos dados JSON.

Para isso, basta usar (.) ou {} e fazer as alterações desejadas. 

De qualquer forma, essas são apenas algumas formas básicas de se trabalhar um JSON no JavaScript.

É interessante que os leitores busquem se aprofundar no assunto para que se tornem programadores capazes de lidar com a linguagem com facilidade. 

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Considerações finais

Aqui foi possível expor para os leitores algumas definições sobre diferentes tipos de gerenciadores de banco de dados.

Além disso, foi possível trazer luz sobre as definições de dados como Json e Jsonb, que possuem algumas diferenças entre si.

Muita evolução ocorreu no que tange às tecnologias de banco de dados desde que começaram a seguir os moldes SQL, na década de 80.

Hoje é comum que existam bancos capazes de executar tarefas em velocidades maiores do que um piscar de olhos.

E por isso é muito importante estar atento às atualizações dentro do ramo de tecnologia caso haja a pretensão de trabalhar com isso.

Portanto, caso os leitores tenham interesse em saber mais sobre esse assunto, o blog da Visão Confiável está repleto de textos do gênero.

Além de poder aprender um pouco mais sobre programação, linguagem e tecnologia, os leitores de nosso blog podem acessar diferentes tipos de conteúdos.

Enfim, vale a pena conferir!

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